10/12/07

Avião do futuro

O avião do futuro mais ecológico? Numa das pesquisas na net dei com uma notícia de 13 de Agosto sobre o projecto de investigadores holandese construirem o avião do futuro - um avião "ultra-ambientalmente correto". Boas notícias para o nosso planeta?

09/12/07

Presépio nos Bombeiros Municipais de Tvaira

A partir de 10 de Dezembro, os tavirenses poderão admirar o trabalho e dedicação dos Bombeiros através do presépio que irá estar exposto ao público no quartel dos Bombeiros Municipais de Tavira (ver link).
Visitem!

06/12/07

A Terra é mesmo pouca...

Indecisões, dúvidas, incertezas, para onde vamos, quem sou eu, o que faço, o que sou, o que fui, o que pensam os outros, o que se avizinha na nova esquina, o que é que afinal não sei, o que é que afinal já sei... até o nome do meu blogue revela falta de criativade...
...mas ainda bem que há blogues que valem bem a pena e há um que diz tudo e do qual gosto muito do nome e do conteúdo:
A Terra é Pouca!

05/12/07

Pois eu gosto do natal

Pois eu gosto do Natal... e muito! Para além da celebração e simbologia religiosa que o Natal encerra, tornando esta época uma altura de renovação, de oportunidades, de perdão, gosto imenso de ver as luzes de Natal nas ruas, da vela acessa em minha casa junto ao presépio, do cheiro dos doces da época, montar a árvore e o presépio com a família, beber o cacau quente depois de chegar da missa do galo, o frio de natal, o cheiro das lareiras acessas (já tão raro)...
Agora dizem assim: e claro que gostas das prendas. Claro que gosto, mas de todas as coisas e tradições do natal é a que dou menos importância, pois já imaginei que um natal só de prendas, mesmo que passado com a família, não teria a mesma magia e um Natal com tudo o que referi atrás, em especial se for passado com os que mais gostamos e em paz, é um natal mágico, mesmo sem prendas!
E outra coisa que gosto imenso no Natal é enviar e receber postais de Natal... acto já tão em desuso pois hoje em dia o que se usa são os sms-xmas, os e-card's, os e-qualquer coisa... Mas não tem tanta maiga quanto a de escolher um postal a pensar em alguém, para depois colocá-los ao pé do presépio e da árvore de Natal.
Mas acima de tudo, o Natal só vale a pena se mantiver esse estado de espírito duranto o ano e talvez seja por isso não acontecer com todas as pessoas ou com a grande maioria, talvez seja por isso que muitos deixaram de Ser Natal e de viver o Natal.

Natal das crianças

Com uma filha de 4 anos, que já começa a entender algumas coisas, por entre tantos símbolos natalícios, dos quais se destacam com maior peso as árvores, as estrelas, os pais-natal... aquele que é o mais importante é deixado para um lugar... esquecido!
Assim, numa tentativa de reabilitar Aquele que é a verdeira celebração do Natal, temos explicado à nossa filhota que comemoramos o nascimento do Menino Jesus. Mas aí, lá vem em força por todo o lado, nas ruas, tv e revistas, o Pai Natal, a deitar por terra as nossas explicações.
Solução encontrada por uma mãe que não percebe nada de pedagogias, mas somente em tentar orientar o crescimento da sua filhota: o Menino Jesus vê e ajuda os meninos e as meninas durante o ano a portarem-se bem e depois informa o Pai Natal para dar prendas a estes meninos e meninas...
Não sei se está certo ou não, sei que foi a forma que encontrei para lhe explicar os dois símbolos mais representativos desta época.

03/11/07

"A lição" dos Professores

Na última edição da Visão (765 de 31 de Outubro) - e não, não tenho acordo de publicidade com a revista - foi publicado um artigo intitulado "A lição dos bons professores". Resumindo, o artigo destaca os professores que com "paixão, empenhamento e dedicação", fazem parte daqueles que não se deixam desanimar, destacando-se nas suas áreas como professores que são capazes de tornar a Matemática, a Físisca ou o Português tão aliciantes quanto um filme de BD, "agarrando" os alunos à tela que vai passando a matéria.
Nestes tempos tão críticos e duros para a imagem dos Professores, este é certamente um elegoio à profissão, um incentivo àqueles que tomam conta dos nossos filhos enquanto nós trabalhamos enquanto eles preparam-nos para o futuro.
E fica aqui um levantar de véu: serei eu enquanto encarregada de educação permissiva demais com a minha filha quando ela entrar na escola? Não sei, nem sei se serei daquelas mães que acham que a filhota já tem trabalhos de casa a mais, que o professor é exigente demais, que não tem razão porque a minha filha é um anjinho... Não sei, mesmo! Espero na altura conseguir recordar o que os maus pais me diziam através das suas atitudes: se não me fez mal nenhum e até forma benéficas todas as exigências por que passei nos estudos (que mesmo assim eles acharam que foram poucas), fará mal a uma filha minha?
Certamente que há pais com experiências negativas com os professores e ao contrário também, alunos que se aproveitam disso para alimentarem ainda mais essa cisão... pelos nossos filhos e porque os professores são aqueles a quem deixamos os nossos filhos enquanto trabalhamos, para os preparar para o futuro, não será melhor antes de partir para medidas drásticas dialogar. Pois certamente todos - pais, professores e alunos - não são donos da verdade e do que é melhor, sendo por isso comum errarem. A questão é, se admitimos os nosso erros para os corrigir e evoluirmos?
Muitas questões se levantam para pais, professores e alunos, mas fico por aqui pois este blogue não é de testamentos. Espero que as dúvidas que eu tenho e as questões que coloquei sirvam para mais pessoas reflectirem e que estas dúvidas e reflexões me acompanhem quando me vir perante a situação de ver quem tem razão: eu, a minha filha ou o professor?

27/10/07

Arquivo Municipal de Reguengos de Monsaraz


O Arquivo Municipal de Reguengos de Monsaraz abriu na segunda-feira (22/10/2007) ao público, conforme notícia de 25/10/2007 do site da Câmara de Reguengos de Monsaraz (http://www.cm-reguengos-monsaraz.pt/press/n149.html).

É mais um espaço aberto à investigação da História Local, para o qual é fundamental o papel de muitos arquivos locais, sejam públicos ou privados, quer tenham sido fincanciados pela Direcção Geral de Arquivos (ex-IANTT) quer tenham sido reabilitados somente em resultado da preocupação local na preservação das memórias locais.
Muita da História do nosso País passa pela História Local.

Vaticano divulga seu arquivo sobre os Templários

O Vaticano divulgou nesta quinta-feira o livro "Hearing Against the Knights Templar", sobre a Ordem dos Templários (os 799 exemplares para colecionadores estarão à venda pelo preço unitário de 5.900 euros).
Os documentos do Vaticano conhecidos como Arquivo Secreto foram proibidos ao público a partir do século 17, mas agora estão abertos aos historiadores.

Ver notícia no link: http://afp.google.com/article/ALeqM5g8PM6RgfEEh9BpWciW-kMWiKZmdw

A mudança da hora e a nossa saúde

A mudança da hora afinal pode afectar a nossa saúde, conforme podemos ler num artigo do jornal on-line Expresso. Para os curiosos deixo aqui o link:

18/10/07

Insónias


Vira para um lado, vira para o outro... volta a virar... tic, tac, tic, tac... Basta um leve som, mesmo o simples facto de virar de posição na cama e lá estou a encarar os segundos que se arrastam até conseguir voltar a dormir. E quando consigo, o despertador estraga a festa do descanso dos meus neurónios e aí não tenho outro remédio senão aceitar o novo dia que sei que será fatigante.

O que me aborrece não é acordar cedo, é o facto de não conseguir dormir bem. Acordar cedo semrpe foi algo que gostei muito, pois não há nada melhor que sentir as emoções do ínício do dia, seja em que altura do ano for... mas é sempre melhor quando não tenho a visita das insónias!

Nota: e o meu último café, por norma, é o do almoço.

Olhar para cima também é uma pausa

Sentamo-nos a tomar um café e, enquanto apreciamos esse momento, deitamos sempre um olhar à nossa volta.

Em Tavira, há sempre algo que atrai a nossa atenção, em particular quando o café é tomado numa esplanada ou mesmo em pé ao balcão a olhar através da janela para a vida que corre... mas ninguém olha para cima.

Ultimamente, nos meus circuitos laborais em que tenho de ir à "casa-mãe" confirmar numa máquina que estou presente para mais um dia de "jornada", faço muitas vezes o circuito pela velha ponte (dita romana) e quando olho para cima apercebo-me que Tavira não é só o Rio Gilão... as gaivotas a voar junto aos telhados acabaram por fazer com que o meu olhar passasse a cair sobre os detalhes das casas resisitentes ao tempo.

São bolas, chaminés, rendilhados no topo dos edifícios, grades das janelas com detalhes de ferro trabalho quando ainda tudo era feito à mão... uns mais simples, outros mais ricos, mas se olharmos com atenção aprecebemo-nos que olhar para cima para também é uma pausa.


Nota: fotografia de Um café - pormenor do topo do edifício do Arquivo Municipal, mais conhecido por "Casa Cabreira", junto á ponte velha.

09/10/07

Novo jardim em Tavira

O Região Sul Digital publicou uma notícia sobre as obras lançadas a 5 de Outubro em Tavira http://www.regiaosul.pt/noticia.php?refnoticia=77612. O que quero destacar é a notícia do lançamento da empreitada do "Jardim de Água" na R. do Óculo.
Será que é desta que posso ter esperanças em ver e ter o prazer de frequentar um jardim em Tavira com as sombras bem pensadas e orientadas de forma a oferecer às pessoas agradáveis e frescas tardes de Verão, onde possamos estar também com os filhos, com espaços adaptados a várias funcionalidades e com equipamentos infantis adequados às idades das crianças (onde é que em Tavira andam os baloiços adequados e só para bébés - sim, daqueles onde o bébé fica sentado e não cai para os papás poderem balouçá-los?!).
Será que é desta que não tenho de perder tempo e gasolina durante o Verão à procura de um local com sombra onde possa estar com a minha filha?
Caso contrário, façam primeiro uma visita ao jardim da Parede (Cascais) e ao Parque dos Poetas (Oeiras) para verem que é possível. E o exemplo do Jardim da Parede é a prova de que não é preciso um projecto megalómano para criar um espaço de lazer, ajardinado, para todas as idades e com segurança.

26/09/07

O Meu Tempo



Para além da necessidade que tenho em avaliar constatentemente o que faço com o meu tempo e como o aproveito, tenho algo que o meu marido acha graça, mas eu já pensei se não será uma obsessão com o tempo: gosto de olhar para o calendário do ano em vigor e do ano que se aproxima e olhar em pormenor para os dias.
Não o faço para contar os dias que faltam para uma determinada data, faço-o somente para olhar e ver se um mês tem 4 semanans ou mais, se é um ano bissexto ou não, em que dia da semana faço anos, em que dia da semana calham os feriados, quantos dias faltam para aniversários especiais, quais os que me esqueci ou como será daqui a dois anos... maluquice completa. Não é obsessão, é uma forma diferente e estranha de olhar e viver o tempo.

As terras também se adoptam

Uma mensagem que me deixaram no blogue levou-me a pensar nisto: as terras também se adoptam? Portugal é um país de "vá" trabalhar para fora cá dentro". Onde há trabalho está a nossa vida - já me dizia a minha mãe.
Agora, não sei é se todos os que estão perante a situação de ir viver para outra terra, têm a possibilidade de "emigrar cá dentro" para uma terra que venham a gostar tanto que a sentem como sendo sua?
Apesar das saudades da família, dos amigos, da ausência dolorosa no acompanhamento das suas vidas e no apoio deles à nossa vida... acabei por adoptar Tavira como minha terra, pois é isso que acontece quando já não nos imaginamos a viver noutro lado!


Está sempre disponível para todos nós. Mesmo depois de um dia monótono a desejar subir à àrvores para ir atrás dos pássar , a ladrar aos cães que passam, a assustar o carteiro que já nem lhe passa cavaco... mesmo assim, quando passo, dirijo-me à janela ou vou a sair lá vem ele todo contente pronto para a brincadeira.
Aliás, é só nisso que ele pensa: brincadeira. Com a nossa filhota é mais contido e acalma para ela brincar com ele, talvez por saber que ela é mais pequena e deve respeitá-la, agora quando o assunto é com os grandes cuidado com ele... vem de lá sempre uma força exagerada.
O que admiro nele é que para ele não interessa se temos muito dinheiro, se temos um carro bem velhinho, se somos gordos ou magros, altos ou baixos, de esquerda ou de direita, ateus ou religiosos... só lhe interessa os momentos que passa connosco, e mesmo depois de o castigarmos por ter comido a mangueira ou o tapete da entrada, continua a vir ter connosco à espera de um delicioso momento de brincadeira com os donos. Afinal os animais têm algo a ensinar-nos todos os dias e mostram-nos o mais importante: aceitar os que estão próximos como são socialmente e enquanto indivíduos, aproveitar os momentos com as pessoas que gostamos e respeitar e aprender a conviver com as diferenças.

Que grande lição canina!

O meu tempo



Segundos, minutos, horas, dias... o tempo vai passando e quando finalmente me deito o cérebro imediatamente insiste com uma força brutal em invandir o meu espírito com o que ficou por fazer. E o drama é o que se repete todos os dias: a quem não telefonei a saber como está e a demonstrar a falta que tem feito, apesar da distância, os compromisso de preenchimento de papéis importantes como o pedido do abono que teimei em adiar pois "ainda há tempo", a brincadeira que recusei à filhota por o corpo teimar em descansar depois de chegar do trabalho, depois dos banhos, depois de fazer o jantar, depois de tratar da roupa, da louça...muitas coisas ficam para trás e todos os dias há sempre alguma a pesar, repetidamente.
O tempo é curto, não o gerimos da melhor forma ou nós é que arranjamos excessos de coisas? Será que quando estiver num cadeirão, com 80 anos (se chegar lá), continuarei a remoer o que não fiz, umas pela má gestão do tempo e outras pelo anseio de querer fazer todas as coisas no mesmo tempo? Talvez seja mesmo melhor em cada fim de dia, pôr em dia a conversa com aqueles em que penso mais do que uma vez.
E no meio destes pensamentos que em certas noites me tiram o sono, pergunto-me: isto dos blogues valerá mesmo a pena? Será assim tão importante vir para o computador em vez de telefonar a saber de um amigo ou familiar, em vez de ficar a brincar com a filhota, mesmo que ela grite por eu não ter percebido as regras do jogo dela? Se não é, porque é que teimo em cá vir e partilhar do meu tempo com descobertas, opiniões, notícias que nem sei se alguém lê ou se significa algo para alguém? Se não é importante, porque teimo em ir "espreitar" o que os outros partilham nos seus blogues?
Bom, se continuar é porque ainda acho que vale a pena investir parte do meu tempo nestas "bloguices".

05/09/07

Pausa para um café no... Parque dos Poetas


Foi num dos nossos dias de férias que decidimos ir visitar pela primeira vez o "Parque dos Poetas" em Oeiras e... adorámos! Apesar de impedidos por uma criaturinha de 3 anos de lermos os excertos dos Poetas na Avenida principal ou visitas os recantos de cada poeta, gostámos muito.
É mesmo um local onde só falta onde beber um café, mas até isso se resolve: no parque de merendas, para os que têm espírito de campistas, podem sempre levar um termo com café.

Pergunto-me quando é que os concelhos terão assim um pequeno parque, com as árvores plantadas de forma racional permitindo que essas sombras planeadas refresquem as pessoas nas tardes quentes de Verão?

Em vez disso, este ano optámos por passar as férias ao pé da família, na zona da Grande Lisboa, aproveitando os parques e jardins que ainda nos fazem sentir bem, os tais jardins onde ficamos horas a brincar com os filhos ou horas a ler à sombra, a conversar tranquilamente ou somente a olhar e a pensar que ali só faltava um café... são locais nos quais nem damos pelas horas passar como o Parque dos Poetas em Oeiras ou o jardim da Parede entre a praia e a estação dos comboios.

Vale a pena visitar e passar lá uma tarde. Para quem vive lá perto: aproveitem!


Eduardo Prado Coelho



A Visão Online diponibiliza para quem quiser rever a "Grande Entrevista" feita à um ano a Eduardo Prado Coelho.